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Investimento do turismo em inclusão seria benéfico para todos

Dicas de saúde, descobertas médicas, campanhas de vacinação e qualidade de vida.

Investimento do turismo em inclusão seria benéfico para todos

Saúde Coletiva e Dicas de Qualidade de Vida

Importantes orientações médicas e dados estatísticos relevantes para a saúde pública foram veiculadas recentemente, com o objetivo de conscientizar a população sobre prevenção e bem-estar.

“Será que eu consigo fazer essa viagem? As acomodações serão acessíveis? Minhas restrições alimentares serão respeitadas?”. Questões desse tipo podem afligir cerca de 20% dos habitantes do planeta que, segundo a Organização Mundial da Saúde, têm algum tipo de doença crônica: diabetes, problemas cardíacos, câncer ou distúrbios mentais. Além disso, o envelhecimento da população mundial traz desafios, como limitações físicas ou situações de declínio cognitivo, e diagnósticos de ansiedade e depressão têm sido cada vez mais frequentes. No final das contas, as dificuldades inviabilizam a oportunidade de conhecer novos lugares, povos e costumes. Turistas em viagem: envelhecimento da população mundial traz desafios para o setor, como limitações físicas ou situações de declínio cognitivo Mircea Iancu por Pixabay Se o setor de turismo se dispusesse a abraçar a causa desse enorme contingente, o resultado seria benéfico para todos. Para o segmento, um aumento significativo de receita e consumidores fiéis; para as pessoas, melhora do sentimento de pertencimento e autoestima. Foi com base nessa premissa que pesquisadores de diferentes áreas da Edith Cowan University (Austrália) – direito, negócios e medicina de precisão – criaram o conceito da “terapia de viagem” (“travel therapy”), no qual o turismo passa a ser encarado como um meio de melhorar o bem-estar e a saúde mental. Para o professor Jun Wen, a indústria turística deveria se engajar em garantir o suporte necessário para que pessoas física ou mentalmente vulneráveis se sentissem acolhidas: “Boa parte até consegue viajar, mas há momentos nos quais as vulnerabilidades ficam expostas e demandam cuidados extras. Trata-se de um mercado importante e ignorado”. De acordo com o estudo, publicado no “International Journal of Contemporary Hospitality Management”, diversas iniciativas ajudariam a tornar o setor mais inclusivo, passando por acomodações, alimentação, transporte, entretenimento, sempre considerando a possibilidade de esses viajantes dependerem de um cuidador. Wen afirma que educação e conscientização são fundamentais: “é preciso treinar a mão de obra e criar manuais padronizados que atendam às necessidades de pessoas com algum tipo de limitação. Há também espaço para a criação de produtos turísticos para segmentos específicos, como indivíduos portadores de distúrbios como ansiedade e até demência”.

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Prevenção e Recomendações Gerais

Recomendações médicas gerais, campanhas locais e diretrizes de higiene devem ser sempre checadas nos portais de saúde oficiais e seguidas sob a orientação de profissionais qualificados da medicina.

Nossa redação segue monitorando campanhas de conscientização e dados de saúde de interesse público para manter você sempre informado.

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Ana Beatriz de Souza

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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