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O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Inglaterra 1 x 2 Argentina | Melhores momentos | Semifinal | Copa do Mundo 2026 É preciso lidar com a possibilidade de Lionel Messi ser imortal. Não imortal no sentido de jamais ser esquecido – isso já está garantido: imortal no sentido de jamais morrer mesmo. De ter algum gene que lhe garanta a vida eterna. De hora dessas ele aparecer em um vídeo com um grupo de cientistas estupefatos ao informar que, veja bem, não esperávamos por isso, mas a verdade é que temos uma nova descoberta, a humanidade nunca mais será a mesma, este rapaz aqui é imortal, é por isso que ele faz o que faz. Em idos dos acréscimos, aos 39 anos, em uma semifinal de Copa do Mundo, contra uma rival histórica, Messi aparecia ajudando a marcar na intermediária, depois sofria uma falta de Bellingham e ganhava um naco do pouco tempo que restava de jogo, depois se teletransportava para a ponta esquerda – tudo isso logo após dar assistências para os dois gols da virada sobre a Inglaterra, um aos 40, outro aos 46 do segundo tempo. A ciência, as leis da vida, os parâmetros que construímos ao longo da História, nada disso serve mais: é preciso ter alguma nova explicação para Lionel Messi. Messi vibra em Argentina x Inglaterra Reuters A ida da Argentina à final talvez seja um exagero por aquilo que ela apresentou neste torneio. Mas é lá que Messi precisa estar na sua (será mesmo?) última Copa do Mundo. O hino que os torcedores cantam – que querem dar ao camisa 10 mais uma taça em sua despedida – é evidentemente assimilado em campo pelos jogadores. Se eles renascem, se eles buscam viradas como esta contra a Inglaterra e aquela contra o Egito, é para Messi. Para Messi e por causa de Messi. Depois de um primeiro tempo medonho, a partida melhorou na etapa final, e a Inglaterra abriu o placar com Gordon. Era mais um teste para a Argentina (que já havia passado por dificuldades contra Cabo Verde, Egito e Suíça), mas desta vez contra um adversário melhor, mais tradicional. Nova virada parecia inverossímil. Mas Messi discordou. Primeiro com passe para Enzo Fernández, depois com cruzamento para Lautaro Martínez, o craque fez sua equipe revisitar a epopeia. A Inglaterra ajudou. Mais de 150 anos depois de ter inventado o futebol, pareceu não ter entendido nada. O recuo do time, patrocinado pelo técnico Thomas Tuchel, foi um convite para a tragédia. A Argentina foi ao ataque, cercou a área, cruzou bolas, acertou a trave. Farejou no ar o medo do adversário, mostrou os dentes e o abateu. Argentina comemora gol sobre a Inglaterra Reuters Foi a vitória da coragem contra a fraqueza. A postura da Argentina é inimitável – e aí estará sua fortaleza para a final contra a Espanha, uma equipe superior. Esse comportamento está intrinsecamente ligado a Messi: correr por ele vale a pena, ele pode reconhecer o esforço logo ali, em um estalo de gênio, em um movimento que nenhum outro ser humano no planeta consegue fazer. Partindo-se do pressuposto de que Messi se despeça das Copas na decisão do próximo domingo, também será a despedida daquilo que compõe o coração desta geração histórica – afinal, um time que perde Messi automaticamente deixa de ser a versão anterior. A Argentina nunca mais será a mesma. A não ser que Messi seja imortal, uma hipótese cada vez mais realista, basta prestar atenção, está na cara, não é possível que não percebam.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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