Notícias de Bastidores e Competições
O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Tirando a França, que até agora vem desfilando nos gramados da Copa do Mundo, e talvez a Argentina, que joga contra o Cabo Verde, nenhuma outra seleção pode ser considerada favoritíssima nos jogos eliminatórios que veremos pela frente. O equilíbrio é grande, a parte física nivela times tecnicamente diferentes, e temos a vontade de seleções menos tradicionais de mudarem o rumo de suas histórias. Costa do Marfim x Noruega - Copa do Mundo Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images Dito isso, confesso que gostei da vitória da Noruega contra a Costa do Marfim. Temos boas possibilidades de passar para as quartas de final. Acho que o estilo da seleção de Haaland encaixa mais com o nosso jogo. Tem um ataque talentoso e criativo, mas o sistema defensivo deixa espaços generosos. E nossa força está no ataque. Em quatro jogos nesta Copa, os noruegueses sofreram oito gols. Por outro lado, já fizeram 10 gols, todos dentro da área, utilizando a enorme facilidade de Haaland para finalizar com toque apenas. O Brasil tomou apenas dois gols na Copa, ambos fora da área. O grande desafio do sistema defensivo brasileiro é neutralizar Odegaard e Berg, que conseguem passes com muita facilidade. Outro ponto perigoso da Noruega é a jogada aérea ofensiva. A média de altura deles é de 1,87 cm, contra 1,82 cm da nossa seleção. Nesse quesito, será fundamental o nosso maior zagueiro, Gabriel Magalhães, vigiar de perto a Haaland, num combate que já ficou famoso na Premier League, nos jogos entre Manchester City e Arsenal. Gabriel Magalhães e Erling Haaland Arsenal x Manchester City Lee Smith/Reuters Não somos favoritíssimos, mas desconfio que teríamos mais dificuldades contra a Costa do Marfim, principalmente pelo aspecto físico. A previsão é de muito calor em Nova Jersey no domingo, e os africanos estão sobrando fisicamente, mesmo sob calor forte. A Noruega vem sentindo bastante a temperatura e tem caído de produção nos finais dos jogos. Temos que contar com a nossa evolução também. Precisamos melhorar, e muito. A ausência de Paquetá não nos traz muitos problemas. Danilo Santos deve ser o substituto e Ancelotti tirou da cartola uma outra opção, Martinelli, que pode entrar dependendo do andamento do jogo. Se passarmos, enfrentaremos México ou Inglaterra. Podemos continuar sonhando!
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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