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O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Espécie de xodó da torcida azulina, o meia-atacante Diego Hernández não teve contrato renovado com o Remo. O vínculo do uruguaio terminou na última terça-feira, dia 30. Nas redes sociais, ele agradeceu ao clube e fez uma promessa: – Saio com o coração leve, levando lembranças que nunca serão apagadas, e a certeza de que esse capítulo ocupará um lugar especial na minha vida para sempre. E por isso, essa despedida não é apenas uma despedida, mas sim um sincero agradecimento por tudo que eu vivi. Vou sabendo que Remo é Belém, não tenho dúvidas disso. Não esqueçam de mim que eu não vou esquecer jamais de vocês. Diego Hernández foi expulso pelo Remo no Re-Pa 781 do Parazão Beatriz Reis / ge Pará Emprestado pelo Botafogo, Hernández chegou ao Remo em julho de 2025, no segundo turno da Série B. A torcida tinha grande expectativa antes mesmo de ter estreado pelo clube, já que escolheu a camisa 33, que remete ao número de jogos em que o Leão ficou sem perder para o maior rival. Diego foi titular na maioria das partidas do Leão na Série B, fazendo seu primeiro gol na 28ª rodada, contra o Volta Redonda. Na rodada 32, o primeiro clássico Re-Pa do uruguaio. Ele saiu do banco naquela partida para marcar o golaço de falta que garantiu a vitória azulina por 3 a 2 no clássico. O camisa 33 caiu nas graças do torcedor azulino depois disso. No jogo seguinte, contra o Athletic, marcou mais um e ainda deu uma assistência na vitória do Remo por 3 a 1. Hernández ainda contribuiu com mais um passe na rodada posterior, ajudando o Leão a conquistar um resultado positivo diante do Cuiabá. Suspenso por se envolver em uma confusão na penúltima rodada da Série B, diante do Avaí, não entrou em campo com o Goiás, na partida em que o Remo garantiu o acesso para a elite do futebol brasileiro. Após a conquista, o jogador disse que tinha interesse em permanecer no Baenão, pois estava feliz no clube azulino. No início da temporada, os valores da negociação foram discutidos, cerca de R$ 2,5 milhões. O Remo até demonstrou interesse e chegou a avançar nas tratativas com o Botafogo para garantir a permanência do uruguaio. No entanto, a assinatura do contrato definitivo foi adiada. Na época, a diretoria azulina não deu sinais claros de que pretendia concluir o negócio, gerando um clima de impasse em torno da situação do atacante. Perdendo espaço na atual temporada, a possibilidade de um novo contrato ficava ainda mais distante. Seu momento de mais destaque foi no primeiro Re-Pa de 2026, quando mandou a bola em direção ao gol e contou com o desvio de Quintana para empatar o confronto para o Remo, no jogo que terminou em 1 a 1. Nesse mesmo jogo, válido pela terceira rodada do Parazão, ainda foi expulso. Diego Hernández - Paysandu x Remo - Série B - Mangueirão Samara Miranda/Remo Diego foi importante novamente em outro empate, quando deu assistência para Marllon igualar o jogo com o Vasco, na 11ª rodada do Brasileirão. Nos seus últimos jogos, atuou apenas em poucos minutos da parte final da partida. Contra o São Paulo, no que se tornou a última partida dele pelo Leão, ficou em campo por apenas um minutos. Curiosamente, Hernández deixa o Remo com 33 partidas, três gols e três assistências. Confira a despedida de Diego na íntegra: Quando cheguei ao Clube do Remo, encontrei uma torcida gigante. Uma torcida muito apaixonada. Tive a oportunidade e a honra de usar o número 33. Um número muito importante para o remista. Esse número representa muito mais do que apenas um clube, representa uma torcida. Desde o primeiro dia, entendi o peso e a responsabilidade de carregá-lo nas costas. E talvez o destino tivesse determinado que, justamente vestindo esse número tão especial para cada remista. Eu, Diego Hernández, pude ter o privilégio de viver algo mágico, de presenciar algo épico, que também ficará para a memória da minha família e de toda a torcida remista. Vou guardar no meu coração a lembrança de ter sido o número 33 que conquistou o acesso à elite do futebol brasileiro depois de 32 anos.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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