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Principal marca de Galo e Bahia parece seguir no pós-Copa

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Principal marca de Galo e Bahia parece seguir no pós-Copa

Notícias de Bastidores e Competições

O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.

Conseguir fazer 90 minutos lineares com frequência é um dos desafios de Atlético Mineiro e Bahia em 2026. Além da irregularidade de um jogo para o outro, as equipes acabam sofrendo - em doses diferentes - com alternâncias grandes de nível dentro da mesma partida. O confronto da noite desta terça-feira, na Arena MRV, acaba por confirmar a tese. O Galo teve mais minutos de superioridade. Foi melhor na 1ª etapa, quando abriu o placar, mas caiu bruscamente de produção nos primeiros 20 minutos do 2º tempo. Sofreu o empate e voltou a equilibrar as ações com as entradas de Dudu e Cisse. Na frenética reta final de jogo, criou mais oportunidades, mas viu o Tricolor mandar uma bola no travessão no último lance. Escalações Eduardo Dominguez não teve Preciado, Alan Franco e Alan Minda. Junior Alonso deixou o clube e Lyanco formou a zaga com Ruan. Tomás Pérez fez dupla de volantes com Maycon. No ataque, Cassierra foi o centroavante. Rogério Ceni repetiu o time que bateu a Chapecoense. Luciano Juba e Caio Alexandre foram desfalques. Como Atlético Mineiro e Bahia iniciaram o duelo válido pela 19ª rodada do Brasileirão 2025 Rodrigo Coutinho O jogo Apesar de o Bahia ter tentado assumir o protagonismo da partida com a bola no pé e da busca por mais ações no campo de ataque inicialmente, foi o Atlético quem conseguiu levar perigo primeiro e terminar a etapa inicial com o balanço positivo. Cuello foi a grande arma para gerar problemas ao sistema defensivo visitante. Terminou várias jogadas pela direita. O argentino foi acionado de maneiras diferentes. Por Éverson, com passes longos, quando o Bahia adiantava a marcação. Por Natanael, que trabalhava alinhado aos zagueiros e deixava a amplitude pela direita com Cuello. E por Victor Hugo ou Tomás Pérez, os meio-campistas mais próximos do setor. Ronaldo precisou trabalhar para que o placar não se movimentasse logo aos seis minutos. Ao contrário do usual, o Bahia não teve Erick Pulga recompondo pela esquerda. Quando o time recuava o bloco, Rodrigo Nestor dobrava a marcação com Zé Guilherme, que por sua vez perdeu a maioria dos duelos para Cuello. Pulga sobrava ao lado de Willian José à frente das duas linhas de quatro do Esquadrão. Poderia ser um bom alvo de contragolpes, mas este papel coube a Ademir. O ponta encontrou conexões com Erick e Román Gómez em ataques rápidos pela direita. O Atlético demorou a recompor em diversos momentos. Isso fez com que o Bahia somasse boas ações e ganhasse terreno para também reter a posse em determinados instantes. Willian José foi o responsável pela jogada mais perigosa do Tricolor. Acertou a trave após cruzamento de Ademir. Atlético-MG x Bahia Gilson Lobo/AGIF Depois de um breve momento de equilíbrio na duração das posses de bola, o Galo voltou a rondar mais a área adversária. Pela esquerda, Renan Lodi atacava bem aberto, e Bernard trabalhava um pouco mais por dentro. Tinha liberdade, inclusive, para fazer infiltrações mais próximas ao lado direito do ataque e encontrar alguns passes de Cuello em profundidade. O Alvinegro colocou Cassierra três vezes em boas condições de finalização, mas ele acabou bloqueado pelos zagueiros do Bahia. O maior volume dos mineiros foi premiado no final do 1º tempo. Bernard pegou um rebote de escanteio pela esquerda e cruzou na medida para Ruan abrir o placar. Zé Guilherme foi muito mal na marcação da bola aérea. O jovem lateral também não conseguiu ser efetivo no ataque. Avançava bem aberto, o que fez com que Erik Pulga trabalhasse mais perto de Willian José pelo centro, mas foi anulado pela boa marcação de Cuello. Além da contribuição ofensiva, o ponta argentino mostrou aplicação tática para formar uma linha de cinco atrás no momento defensivo. Ruan comemora gol do Atlético-MG Gilson Lobo/AGIF Ramos Mingo sentiu ainda na 1ª etapa e foi sacado no intervalo para a entrada de Marcos Victor. O Bahia voltou para o 2º tempo pressionando bastante. Movendo a bola com mais velocidade e mostrando agressividade para gerar as conexões perto da área. Chegou muito perto de empatar duas vezes antes dos cinco minutos. Everson impediu o gol de Erick Pulga e o volante Erick cabeceou por cima. Acevedo e Ademir produziram as jogadas. A partida, no entanto, já era bem diferente. A ponto de o Atlético começar a fazer ligações diretas a esmo a partir dos tiros de meta. Ruan se enrolou ao tentar rebater uma bola após um deles, e cedeu o cenário perfeito para os baianos empatarem. Willian José serviu Rodrigo Nestor na transição e o meia achou Ademir. O camisa 7 cumpriu a ''lei do ex'' e deixou tudo igual. O crescimento dos visitantes beneficiou Rodrigo Nestor e Zé Guilherme, que começaram a encontrar boas tabelas pela esquerda. Willian José foi outro a melhorar. Pôde fazer algumas flutuações e buscar conexões com os companheiros nas proximidades da área. Ademir comemora seu gol em Atletico-MG x Bahia Fernando Moreno/AGIF Eduardo ''Barba'' Dominguez tirou Maycon e Victor Hugo para pôr Cisse e Dudu. Bernard passou a jogar na função que era de Victor Hugo. A resposta do time foi positiva. Bernard quase botou o Galo novamente na frente no placar ao aproveitar um contragolpe iniciado por Dudu, após erro de passe de David Duarte. Antes disso, Renan Lodi já havia assustado em chute da entrada da área. A partida ficou bem interessante. Aberta e com agressividade mútua na marcação. Havia espaços. Ceni também começou a renovar o fôlego de sua equipe. Botou Ruan Pablo e Everton Ribeiro. Sacou Ademir e Willian José. Logo depois tirou o amarelado Zé Guilherme, que voltara a sofrer com Cuello, para a entrada de Iago Borduchi. Na trocação franca dos últimos 25 minutos de jogo, o Atlético foi mais fluente no ataque e perdeu as melhores oportunidades, principalmente com Natanael e Cassierra, que teve atuação nada contundente. Perdeu duas grandes chances. O Bahia fez Everson trabalhar em belo chute de Rodrigo Nestor no ângulo. Terminou a partida com Kauê Furquim, outro jovem atacante, na vaga de Erick Pulga. Já no Galo, Reinier foi a última peça a sair do banco. O desgastado Bernard cedeu a vaga. David Duarte cabeceou no travessão uma bola levantada na área aos 49', naquela que seria a derradeira chance de um jogo que merecia mais gols.

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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.

A cobertura completa de estatísticas, bastidores de vestiário e calendários de jogos segue atualizada diariamente pela equipe de jornalismo do Manchete Brasil.

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Juliana Mendes

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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