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Pilotos da F1 dizem que dirigir em Silverstone não será divertido neste ano: "Bem triste"

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Pilotos da F1 dizem que dirigir em Silverstone não será divertido neste ano: "Bem triste"

Notícias de Bastidores e Competições

O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.

Veja karts de Lego que pilotos vão dirigir antes do GP da Grã-Bretanha da F1 O Circuito de Silverstone, casa do GP da Grã-Bretanha da Fórmula 1, sempre foi um dos mais amados pelos fãs e pilotos pela tradição, disputa e pela natureza da pista, com retas longas e curvas de alta velocidade. No entanto, vários competidores revelaram nesta quinta-feira (2) que estão pessimistas para a edição deste ano e acham que não vão se divertir durante a corrida. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Bortoleto elogia progresso da Audi: "Muito menos problemas" Depois do GP da Áustria, Max Verstappen – um dos maiores críticos do regulamento atual – afirmou que deu risada ao dirigir no simulador em Silverstone, alertando que a dirigibilidade seria muito diferente neste ano. Nesta quinta-feira (2), nomes como Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Franco Colapinto corroboraram os comentários do holandês. – Acho que as próximas duas corridas vão ser uma experiência diferente do que estamos acostumados a correr em Silverstone e Spa. Circuitos lindos no passado, especialmente com os carros de efeito solo. Acho que Silverstone provavelmente era o melhor dos circuitos, combinando perfeitamente com aquele carro – iniciou Alonso, antes de acrescentar: – Este ano vai ser muito diferente e nada divertido de dirigir os carros. Olhando para as voltas no simulador e coisas assim, vai ser bem triste, acho, para os pilotos, mas também para os espectadores. Alonso diz que pilotar em Silverstone não será divertido na F1 2026 Alastair Staley/LAT Images O descontentamento tem a ver com a forma como os carros gerenciam a energia neste ano. A unidade de potência, nome dado ao motor da F1, se divide em um motor de combustão interna e uma parte elétrica, com bateria. Nesta temporada, a parte elétrica ganhou maior protagonismo e é responsável por 47% da potência do carro, com os 53% restantes sob responsabilidade do motor de combustão interna. A mudança deixou os carros com dificuldades na recuperação de energia, o que causou a reclamação de diversos pilotos e fez com que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) revisasse as regras. Entretanto, os pilotos seguem tendo que utilizar técnicas de recarga como o superclipping, quando o carro passa a direcionar parte da potência para encher a bateria – por consequência, a velocidade nas retas cai. Circuito de Silverstone, GP da Grã-Bretanha de F1 2026 Anni Graf - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Por ser um circuito com muitas curvas de alta velocidade, Silverstone apresenta poucas oportunidades para que os carros recarreguem a bateria naturalmente. Logo, os pilotos vão ter que adotar as técnicas de recarga em boa parte da pista. O heptacampeão Lewis Hamilton disse que todo o grid está discutindo o problema. – É um fim de semana sem precedentes em termos de gestão de energia. Todos nós, pilotos, temos falado no chat dos pilotos sobre como a potência vai ser ruim nessa pista. Ficamos sem bateria, só há algumas curvas para carregar o motor. Assim, o MGU-K (o motor elétrico) ficará desligado por grande parte da volta – explicou. Lewis Hamilton diz que pilotos estão preocupados com dirigibilidade em Silverstone Suzanne Plunkett/Reuters Em meio às críticas no início da temporada, a FIA introduziu novos limites de energia que pode ser aplicada durante uma volta, com variações de pista para a pista. O principal objetivo é reduzir o superclipping, mas essa limitação também torna os carros mais lentos em alguns trechos das pistas. No circuito de Silverstone, isso significa mexer com características fundamentais de certas partes da pista, como a sequência de curvas Maggots e Becketts, conhecida por ser rápida e desafiadora. Neste ano, Fernando Alonso acredita que um dos trechos mais famosos da Fórmula 1 vai se tornar uma "estação de recarga", com os carros mais lentos devido às técnicas de recuperação de bateria. O argentino Franco Colapinto, da Alpine, foi outro a lamentar as mudanças esperadas para esta temporada e acredita que os pilotos vão passar cerca de 2km pisando fundo no acelerador, o que não agrada. – Tomara que seja melhor que o simulador. Foi difícil. Acho que, no geral, é uma pista que você sempre ama dirigir e que leva os carros de F1 ao limite. Antes do ano começar, já sabíamos que Silverstone, Austrália, Japão/Suzuka seriam pistas difíceis de energia e que estaríamos correndo com retas tão longas e quase sem frenagem. Você pisa fundo por 2km ou algo assim. Vai ser difícil. Acho que essas curvas vão quase deixar de ser curvas. Vamos ver amanhã – acrescentou. Outros pilotos do grid fizeram análises parecidas, como Sergio Pérez, Oliver Bearman e Esteban Ocon. Na opinião de Bearman, as mudanças no circuito são "dolorosas" e não recompensam uma boa pilotagem. – Muitas das pistas com mais personalidade da geração anterior, os circuitos rápidos e de alta velocidade, agora simplesmente não têm recompensa ao dirigi-los, e isso dói um pouco. E talvez uma das seções mais ousadas de pista do ano todo – que foi a Maggots and Becketts – este ano parece ser só uma curva, e as partes anteriores vão muito devagar, porque não tem mais potência. Na verdade, não é mais uma curva. Infos e horários - GP da Grã-Bretanha da F1 2026 Infoesporte

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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.

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Redação Manchete Brasil

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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