Notícias de Bastidores e Competições
O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Colômbia 1 X 0 Gana | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026 Suíça e Colômbia se enfrentam às 17h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado. + Eliminado, Cristiano Ronaldo iguala recorde de derrotas na história da Copa do Mundo + Espanha chega pela sexta vez às quartas de final de Copa; Brasil e Alemanha lideram o ranking Palpite para Suíça x Colômbia Bruno Imaizumi/Gato Mestre Resultado mais provável: Suíça 1 x 2 Colômbia Suíça 2 x 0 Argélia | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026 Resultados nas fases anteriores Suíça Catar 1 x 1 Suíça Suíça 4 x 1 Bósnia Suíça 2 x 1 Canadá Suíça 2 x 0 Argélia Colômbia Uzbequistão 1 x 3 Colômbia Colômbia 1 x 0 RD Congo Colômbia 0 x 0 Portugal Colômbia 1 x 0 Gana A Colômbia finaliza muito, foi a terceira que mais fez isso nas fases anteriores, com 79 conclusões e média 19,8 por partida. E foi a quinta seleção que mais fez finalizações certas (27 com média 6,8), exatamente a mesma marca da Suíça, empatada em certa mesmo tendo feito 24 finalizações a menos (55 com média 13,8 é a 15ª marca entre 48 seleções). A Suíça acertou 49% das finalizações (quinta melhor marca) e marcou nove gols; os colombianos acertaram 34% das finalizações (26ª), com cinco gols. Precisão é a palavra-chave deste confronto porque (sem contar o gol contra da Suíça a favor do Catar, são duas das cinco equipes que menos gols sofreram: a Colômbia é a terceira que menos sofreu, um em 34 finalizações, e a Suíça, a quinta que menos levou gols, dois em 31 conclusões contrárias. Apenas cinco finalizações certas chegaram no gol colombiano, segunda menor marca, e 15 chegaram no gol suíço (16ª marca). A Suíça baseia enormemente seu jogo na troca de passes rasteiros, com 35 finalizações e cinco gols conquistados dessa forma contra 16 a partir de jogadas aéreas e dois gols (um cruzamento e um lançamento). Marcou dois gols de pênalti e fez duas finalizações em cobranças de faltas. Foi exatamente no jogo rasteiro que os colombianos permitiram a maioria das finalizações adversárias (23), mas foi a partir de jogadas aéreas que sofreu o único gol (um cruzamento), em dez finalizações. Ainda sofreu uma finalização em cobrança de falta. No ataque, a Colômbia também aposta mais na troca de passes rasteiros: das 79 finalizações feitas, foram 46 em lances rasteiros que resultaram em dois gols, mas foi mais efetiva no jogo aéreo, com três gols em 31 conclusões. Ambos os gols sofridos pela Suíça nasceram em jogadas aéreas (um escanteio e um lançamento longo do meio-campo) em 18 conclusões contrárias; permitiu 13 finalizações rasteiras, mas não levou gol assim. Evolução do xG na segunda fase Foram 11 finalizações da Suíça contra a Argélia, nove delas de dentro da área, com características para um potencial estatístico para 2,08 gol. Como esperado, fez dois gols. Bruno Imaizumi/Gato Mestre Colômbia fez 20 finalizações contra Gana, 13 de dentro da área, com potencial estatístico para 2,06 gol. Só fez um, mas foi o suficiente para a classificação. Bruno Imaizumi/Gato Mestre Metodologia A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio. O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref. Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida. *A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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