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Palpites e dicas para México x Inglaterra pela Copa do Mundo

Resultados de jogos, escalações, negociações de atletas e tabelas dos principais campeonatos.

Palpites e dicas para México x Inglaterra pela Copa do Mundo

Notícias de Bastidores e Competições

O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.

Inglaterra 2 x 1 RD do Congo | Melhores momentos | 2ª fase | Copa do Mundo México e Inglaterra se enfrentam às 21h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado. + Brasil x times escandinavos em Copas: aproveitamento é de 100% em mata-mata + Brasil lidera em gols com pressão alta; veja o ranking + América do Sul sobe, Concacaf iguala recorde, e Ásia zera nas oitavas Palpite para México x Inglaterra Bruno Imaizumi/Gato Mestre Resultado mais provável: México 0 x 1 Inglaterra México 2 X 0 Equador | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026 Resultados nas fases anteriores México México 2 x 0 África do Sul México 1 x 0 Coreia do Sul República Tcheca 0 x 3 México México 2 x 0 Equador Inglaterra Inglaterra 4 x 2 Croácia Inglaterra 0 x 0 Gana Panamá 0 x 2 Inglaterra Inglaterra 2 x 1 RD Congo Estarão em campo duas das cinco equipes que menos sofrem finalizações certas nesta Copa do Mundo. Em quatro jogos, foram apenas sete contra o Méximo (quarta menor média com 1,8 por jogo) e nove contra a Inglaterra (quinta menor média, 2,3). O México ainda não sofreu gol em 30 finalizações e só 23% das conclusões contrárias realmente chega em seu gol, quarta melhor marca). Contra o gol da inglês só chegam 31% das finalizações, décima melhor marca. O time inglês sofreu três gols em 29 finalizações. O México joga em casa e terá um grande desafio pela frente. As duas seleções marcaram oito gols. A diferença é que a Inglaterra finaliza mais: fez 70 finalizações, com a sétima maior média, 17,5 por jogo, e a segunda maior marca de finalizações certas de toda a Copa, com 31 conclusões e média 7,8 por jogo. O México fez 51 finalizações (15ª marca, com média 12,8) e acertou 17 (4,3 por partida, 23ª marca). O mérito mexicano é que fez um gol a cada 6,4 tentativas, enquanto os ingleses fizeram um gol a cada 8,8 conclusões. A eficiência será essencial porque enfrentam defesas muito organizadas. O México fez suas 51 finalizações, 27 trocando passes rasteiros, com cinco gols marcados, e 22 a partir de jogadas aéras, com três gols. Ainda teve duas cobranças de falta, ambas na barreira. No jogo aéreo, a equipe é mais efetiva nos cruzamentos, com 13 finalizações e dois gols assim, mas também fez um gol em um lançamento aéreo longo, da defesa, contra o Equador. Esse gol é muito importante porque os ingleses só sofreram três gols em quatro jogos nesta Copa, todos eles em lançamentos longos, da intermediária, dois contra Croácia e um contra RD Congo, que abriu assim o placar na segunda fase, quando a Inglaterra virou para 2 a 1. Mas... A Inglaterra sofreu quatro finalizações em cruzamentos, duas certas, defendidas pelo goleiro. Dessas quatro finalizações, três aconteceram após rebatidas dos cruzamentos, um ponto importante, estar preparado para aproveitar as rebatidas. Foram 13 finalizações sofridas a partir de jogadas aéreas e 14 em trocas de passes rasteiros, que não viraram gol, além de uma cobrança de falta e uma finalização em escanteio olímpico. No ataque, a Inglaterra fez cinco gols a partir de jogadas aéreas em 33 finalizações. Foram dois gols (um de cada lado) em 14 cruzamentos, sendo 11 deles com a bola subindo da direita o ataque, o maior ponto de atenção para a defesa mexicana. A equipe fez dois gols (um de cada lado) em 11 escanteios finalizados, equilibrado dos lados. E ainda houve um gol em lançamento longo da defesa. O México (que ainda não levou gol) sofreu 19 finalizações a partir de jogadas aéreas, sendo principalmente nove em cruzamentos (mas só três do lado forte inglês); só sofreu duas finalizações em escanteios; e quatro em lançamentos longos. Em trocas de passes rasteiros, a Inglaterra fez dois gols em 34 finalizações. O México só levou 11 finalizações em lances rasteiros. A Inglaterra fez um gol em cobrança de pênalti e teve duas finalizações em cobranças de falta. Evolução do xG na segunda fase Foram 15 finalizações do México contra o Equador, dez de dentro da área, com características de potencial estatístico para 1,03 gol. Foi mais eficiente do que o esperado e fez dois gols. Bruno Imaizumi/Gato Mestre A Inglaterra finalizou 15 vezes contra RD Congo, 12 delas de dentro da área, com potencial estatístico para 1,23 gol. Foi mais eficiente do que o esperado e marcou dois gols. Bruno Imaizumi/Gato Mestre Metodologia A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio. O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref. Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida. *A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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Expectativa para os Próximos Confrontos

Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.

A cobertura completa de estatísticas, bastidores de vestiário e calendários de jogos segue atualizada diariamente pela equipe de jornalismo do Manchete Brasil.

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Redação Manchete Brasil

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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