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O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Argentina x Curaçao - Melhores Momentos Argentina e Egito se enfrentam às 13h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado. + Eliminado, Cristiano Ronaldo iguala recorde de derrotas na história da Copa do Mundo + Espanha chega pela sexta vez às quartas de final de Copa; Brasil e Alemanha lideram o ranking Palpite para Argentina x Egito Argentina x Egito Bruno Imaizumi/Gato Mestre Resultado mais provável: Argentina 2 x 0 Egito Austrália 1 x 1 Egito | Melhores momentos | 2ª fase | Copa do Mundo Fifa 2026 Resultados nas fases anteriores Argentina Argentina 3 x 0 Argélia Argentina 2 x 0 Áustria Jordânia 1 x 3 Argentina Argentina 3 x 2 Cabo Verde Egito Bélgica 1 x 1 Egito Nova Zelândia 1 x 3 Egito Egito 1 x 1 Irã Austrália 1 (2 x 4) 1 Egito O Egito chega para a partida com uma marca curiosa: em quatro jogos, fez dois gols contra, nos empates contra Bélgica e Austrália. Não fosse por isso, estaria com a quinta defesa menos vazada, com apenas dois gols marcados por adversários. Tem sido muito difícil acertar o gol do Egito, assim como o da Argentina. Só 23% das finalizações acertaram o gol argentino (terceira melhor marca), e 27% o gol egípcio (quinta melhor marca). A Argentina permitiu 31 finalizações adversárias (sétima melhor marca com média 7,8 por jogo), mas só sete acertaram seu gol; o Egito sofreu 49 finalizações (26ª média, 12,3 por jogo), com 13 certas e média 3,3 por jogo (12ª). A Argentina sofreu três gols. Até aqui, o Egito até consegue finalizar um pouco mais do que a Argentina, mas não consegue ser tão preciso e eficiente. A seleção egípcia foi a décima em finalizações na duas primeiras fases, com média de 15,5 por partida, enquanto a argentina ficou na 12ª posição, com 14,0 conclusões por jogo. Só que o Egito acertou 31% das tentativas (34ª marca), enquanto a Argentina acertou 45% (12ª). Os argentinos fizeram dez gols, terceira melhor marca (além de terem ganho um gol contra), enquanto os egípcios marcaram seis gols (19ª). Vai ser preciso ter cuidados extras na marcação para o Egito não cometer faltas. Nenhuma seleção fez tantas cobranças de falta para o gol como a Argentina (nove), com dois gols marcados, também a maior marca. O Egito teve duas cobranças contra, que não viraram gol. Das 56 finalizações que fizeram, os argentinos tiveram dois pênaltis (um gol), 28 finalizações em jogadas rasteiras (com cinco gols) e 17 finalizações a partir de jogadas aéreas (dois gols). Os adversários anteriores fizeram contra o Egito 24 finalizações a partir de jogadas aéreas (um gol sofrido -- além de os dois gols contra também aconteceram após bolas altas). Em lances rasteiros foram 22 finalizações e um gol. No ataque, o Egito foi mais efetivo a partir do jogo aéreo, com quatro gols em 30 finalizações; em lances rasteiros foram dois gols em 32 conclusões. Evolução do xG na segunda fase Argentina fez 22 finalizações contra Cabo Verde, 15 delas de dentro da área, com caracteríticas de potencial estatístico para 2,40 gols e foi vencer graças a um gol contra. Bruno Imaizumi/Gato Mestre Foram 14 finalizações do Egito contra a Austrália, com potencial estatístico para 1,20 gol. Fez um gol e venceu nos pênaltis. Evolução do xG Austrália x Egito Bruno Imaizumi/Gato Mestre Metodologia A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio. O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref. Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida. *A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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