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O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Luis De la Fuente afirma que a Espanha terá que sofrer para vencer Maior astro da Espanha, Lamine Yamal não deve ser a única preocupação da França para a semifinal da Copa do Mundo. O alerta do meio-campista Adrien Rabiot não é à toa: a seleção espanhola tem jogadores que vêm sendo mais importantes na competição. O atacante de 19 anos, contra quem Rabiot diz não haver um plano específico para jogar, é a principal atração da equipe de Luis De La Fuente, mas a campanha espanhola, com cinco vitórias depois do empate na estreia, é sustentada por uma equipe com diferentes destaques. A Espanha enfrenta a França nesta terça-feira, às 16h (de Brasília), no estádio de Dallas, nos Estados Unidos, valendo vaga na final da Copa, no próximo domingo. Inglaterra e Argentina fazem a outra semifinal, nesta quarta-feira, também às 16h. VEJA TAMBÉM: + 🔍 adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google + Veja a tabela da Copa do Mundo Oyarzabal comemora seu segundo gol na vitória da Espanha sobre a Áustria, pela Copa do Mundo REUTERS/Lisi Niesner Oyarzabal artilheiro Mikel Oyarzabal é o exemplo mais evidente dessa divisão de responsabilidades. Escalado como referência do ataque, o jogador da Real Sociedad é o artilheiro espanhol nesta Copa, com quatro gols. Contra a Arábia Saudita, ainda na fase de grupos, Oyarzabal marcou duas vezes e deu uma assistência na vitória por 4 a 0, em uma de suas melhores atuações na competição. Ele voltou a fazer dois gols no triunfo por 3 a 0 sobre a Áustria, na segunda fase. Rodri em Espanha x Áustria Luke Hales/Getty Images via AFP Rodri líder de passes O meio-campo que controla a posse de bola é a base do modelo de jogo da Espanha. Rodri, do Manchester City, organiza a equipe, com uma média de pouco mais de 100 passes por jogo - são 629 passes na competição, o maior número dentre todos os jogadores, segundo dados da Fifa. — A França é uma das melhores equipes aqui, em ótima fase, mas a Espanha também. Podemos vencê-los, vimos isso na Eurocopa e na Liga das Nações — disse Rodri em entrevista ao jornal britânico The Guardian. Pedri em treino da seleção da Espanha durante a Copa do Mundo Claudia Greco/Reuters Pedri como jovem experiente Outro nome de destaque do meio-campo espanhol é Pedri, do Barcelona. O técnico da Espanha surpreendeu ao colocá-lo na reserva no jogo contra a Bélgica, iniciando a partida com Rodri, Fabián e Dani Olmo, uma demonstração da variedade de alternativas disponíveis para o setor. Pedri continua, ainda assim, sendo um dos mais importantes jogadores do time, mesmo que não esteja brilhando individualmente nesta Copa, como costuma fazer no Barcelona. Ele tem só 23 anos, mas já está na segunda Copa da carreira e se vê no grupo dos experientes do elenco. Polivalente, Milkel Merino tem sido arma decisiva nas vitórias da seleção espanhola Merino decisivo Mikel Merino não é titular, mas é decisivo. O meia-atacante do Arsenal tornou-se uma das armas de De La Fuente para modificar as partidas durante o segundo tempo. Sua presença física, a capacidade no jogo aéreo e as chegadas à área oferecem à Espanha uma alternativa ao estilo de circulação de bola que caracteriza a equipe. Foi assim que Merino decidiu os dois últimos jogos para a Espanha. Ele marcou os gols da vitórias sobre Portugal e Bélgica. Zagueiro Cubarsí e o goleiro Unai Simón vibram após vitória da Espanha conta Bélgica Reuters Nico Williams em recuperação Outro jovem destaque da Espanha, Nico Williams chegou à Copa sofrendo com lesões musculares, entrou nos minutos finais de quatro jogos. O jogador de 24 anos do Athletic Bilbao deu assistência ou fez gol. Não conseguiu assumir o protagonismo esperado, mas, à medida que tenta se recuperar fisicamente, pode ser peça importante de um ataque que precisa ser mais incisivo e finalizar melhor diante do controle do meio-campo. Cubarsí em Espanha x Bélgica Etienne Laurent/AFP Defesa sólida Na defesa, Pau Cubarsí, do Barcelona, consolidou-se como uma das revelações espanholas da Copa. Aos 19 anos, o zagueiro conquistou espaço e passou a formar dupla com Aymeric Laporte, do Athletic Bilbao, mais experiente, com 32. Cubarsí, aliás, é o zagueiro com menos de 20 anos com mais minutos em campo em Copas. São 540 minutos no primeiro mundial da carreira. Nas seis partidas que disputou na Copa, a Espanha levou só um gol, na vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica, encerrando um recorde de 648 minutos sem ser vazada.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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