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Jogo no Couto, visita à praia e show de Marco Ruben: veja as histórias de Athletico x Boca Juniors

Resultados de jogos, escalações, negociações de atletas e tabelas dos principais campeonatos.

Jogo no Couto, visita à praia e show de Marco Ruben: veja as histórias de Athletico x Boca Juniors

Notícias de Bastidores e Competições

O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.

Athletico e Boca jogaram no Couto Pereira em 1973; saiba mais Athletico e Boca Juniors se enfrentam em amistoso nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília), em Salta, na Argentina, em mais um capítulo de jogos entre os times. Um histórico de confrontos que começou de forma curiosa em 1973, na Taça Atlântico Sul, mas teve o auge em 2019, pela Libertadores, e agora marca um reencontro após seis anos. 🗞️ Mais notícias do Athletico ✅ Clique aqui e siga o canal ge Athletico no WhatsApp O primeiro jogo dos dois times foi há 53 anos, em Curitiba, pela Taça Atlântico Sul, no Belfort Duarte, hoje Couto Pereira, estádio do Coritiba. Naquela época, era comum que o Athletico mandasse os jogos no estádio rival, já que o Joaquim Américo Guimarães tinha menor capacidade. O campeonato foi organizado pela Federação Gaúcha de Futebol e disputado entre janeiro e fevereiro de 1973, antes do início dos campeonatos estaduais. Participaram Athletico, Avaí, Grêmio, Peñarol e Nacional, do Uruguai, e Boca Juniors, da Argentina. Internacional e Coritiba desistiram de participar para disputar o Torneio do Povo. — Na época era muito incomum os times aqui do Paraná enfrentarem adversários sul-americanos. o Athletico teve essa chance de jogar com o Boca Juniors, foi um jogo muito falado e comentado porque foi uma das primeiras oportunidades que o Athletico teve de enfrentar uma equipe argentina por uma competição — conta o jornalista e pesquisador da história do Athletico, Cahuê Miranda. Boca aproveitou excursão para ir à praia A excursão do Boca ao Brasil para enfrentar os times brasileiros contou com uma parada em Praia de Leste um dia antes do jogo contra o Athletico, para dar um "relax" aos atletas, como contou a edição de 29 de janeiro da Gazeta do Povo. — Mal chegaram a Curitiba, trocaram de roupa e pegaram a estrada até a Praia de Leste. Retornaram somente à noite. Foi uma forma de o treinador Rogélio Dominguez dar um "relax" aos jogadores boquenses — conta a reportagem. Gazeta do Povo fala sobre expectativa para jogo entre Athletico e Boca em 1973 Jairton Conceição/RPC O time argentino era considerado o grande favorito para a partida no Belfort Duarte e tinha como craques o atacante Carlos Guerrini, que depois jogou no Real Madrid, Enzo Ferrero, que defendeu a Seleção Argentina no início da era Menotti, técnico do primeiro título de Copa do Mundo da seleção. — O Boca tinha quatro jogadores que eram habituais da seleção argentina, o goleiro Vidallé, o volante Pachamé, o Enzo Ferrero. Então era bem favorito, tanto pelo elenco quanto pelo momento. E o Athletico vivia um período conturbado. Naquela época que era um clube sem muita tradição nacional e menos internacional — conta Miranda. Do lado do Athletico, o clube começava a viver um jejum de títulos que duraria 12 anos. A última vez que tinha sido campeão estadual foi em 1970, com Djalma Santos, Nilson Borges e Sicupira no elenco. Foi mais de uma década sem conquistas, período que só acabou em 1982. Mas dentro do Belfort Duarte, naquele dia 29 de janeiro de 1973, o Athletico saiu vencedor diante do temido Boca. Foram os xeneizes que abriram o placar, ainda nos primeiros 15 minutos de jogo, com Ferrero. A vitória atleticaa veio de virada e no fim do jogo: Torino marcou aos 39 minutos e Madureira, aos 41. Quem fez parte do elenco do Athletico naquele jogo e guarda até hoje as lembranças em um caderninho é o ex-ponta Buião. Ele teve uma passagem rápida pelo Furacão e disputou 14 jogos naquele ano. Até hoje mantém as anotações de todos os jogos que disputou, e cedeu ao ge as que guardou daquele jogo. Registros do jogo do caderno do ex-jogador Buião, que passou pelo Athletico Arquivo A reportagem da Gazeta do Povo sobre o jogo na época destacou como o Athletico cresceu no segundo tempo e foi para cima de um "Boca encolhido em sua defesa". — Um Athletico mais agressivo, mais raçudo, mais vibrante. O Boca, encolhido em sua defesa, quase não tinha espaço para fugir ao cerco — escreveu o jornal. Apesar da vitória contra o grande adversário, o Furacão não teve a mesma sorte contra outros adversários. O título do Atlântico-Sul ficou com o Peñarol, do Uruguai. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google ✅ Clique aqui e siga o canal do ge PR no WhatsApp O show de Marco Ruben Athletico faz história e goleia o Boca Juniors Em um contexto completamente diferente, o Athletico voltou a enfrentar o Boca 46 anos depois, pela Libertadores, e viveu uma noite histórica na Arena da Baixada, naquele 2 de abril de 2019. O Furacão venceu o Boca por 3 a 0, com três gols de Marco Ruben, um dos jogadores estrangeiros mais importantes da história do clube. Naquela noite, Ruben mostrou estrela e precisou de quatro finalizações para marcar três gols. O primeiro gol saiu aos 35 minutos da etapa inicial. Rony disparou pela esquerda e tocou para o meio da área. Lucho errou o chute, mas a bola sobrou para Marco Ruben na segunda trave, mandar de perna esquerda, abrindo o placar na Arena da Baixada. No segundo tempo, aos 23, Bruno Guimarães recebeu, cruzou da esquerda na área e Ruben, bem posicionado, mandou mais uma vez na rede, desta vez de perna direita. O “triplete” veio aos 35. Após escanteio cobrado por Nikão, Rony mandou a bola no travessão e, no rebote, Ruben aproveitou o gol vazio para desviar de cabeça e marcar o terceiro dele e do Furacão. Marco Ruben Athletico Boca Arquivo/Gazeta do Povo O único remanescente daquela partida é o goleiro Santos, que ocupará a meta rubro-negra nesta quarta-feira. O jogador falou sobre o reencontro com o adversário. — O jogo foi inesquecível, não tem como a gente esquecer daquele 3 a 0. A gente estava num momento muito bom, conseguimos uma vitória incrível aqui dentro da nossa casa, jogos difíceis lá na Argentina, mas um sentimento muito bom de que a gente vai reencontrá-los e fazer um grande jogo —disse o goleiro à Rede Furacão. Últimos encontros Depois do triunfo, o Athletico não conseguiu mais vencer o time argentino. Ainda na Libertadores 2019, o Boca venceu o Furacão por 2 a 1, no returno da fase de grupos, e depois eliminou o time paranaense, com vitórias por 1 a 0, na Baixada, e por 2 a 0, em La Bombonera. Em 2020, os times se enfrentaram em amistoso, quando o Boca venceu por 3 a 1, em jogo válido pelo Torneio de Verão na Argentina atacante Mauro Zárate e o volante Reynoso marcaram os gols do Boca. O meia-atacante Nikão anotou o único gol rubro-negro. O Athletico enfrenta o Boca Junios nesta quarta-feira, às 12h, em Salta, na Argentina. O jogo, chamado de "Desafio de Inverno", será no Estádio Padre Ernesto Martearena. O ge acompanha todos os lances em Tempo Real. Mais do esporte paranaense em ge.globo/pr

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Expectativa para os Próximos Confrontos

Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.

A cobertura completa de estatísticas, bastidores de vestiário e calendários de jogos segue atualizada diariamente pela equipe de jornalismo do Manchete Brasil.

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Mateus Rocha

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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