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O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Rodrigo Coutinho traz análise de Estados Unidos e Bósnia, que se enfrentam na quarta-feira Com o começo das partidas eliminatórias na Copa do Mundo, tem início também a possibilidade da disputa de pênaltis, que por sinal, já eliminou Alemanha e Holanda do Mundial. E para não ser mais uma a cair caso seja necessária a disputa das penalidades, a seleção dos Estados Unidos, que enfrenta nesta quarta-feira a Bósnia, pela segunda fase, conta alta tecnologia: um dispositivo que monitora a atividade cerebral dos jogadores nesse tipo de situação. + Veja os confrontos da segunda fase da Copa do Mundo Estados Unidos x Austrália, Copa do Mundo Reuters/Blake Dahlin De acordo com o The Athletic, braço esportivo do New York Times, desde janeiro de 2025, em todos os treinos realizados pela comissão técnica do argentino Mauricio Pochettino, os jogadores da seleção norte-americana usam dispositivos de alta tecnologia de uma empresa alemã, preso ao abdômen e com sensores fixados na cabeça, que monitoram as atividades cerebrais enquanto treinam pênaltis. A ideia é que as leituras das ondas cerebrais permitam à comissão técnica medir o foco ou a concentração dos jogadores e avaliar a abordagem ideal de cada um para a cobrança de pênaltis e também outros lances de bolas paradas, como faltas e escanteios. + Pochettino descarta favoritismo dos EUA contra a Bósnia: "Vocês viram Brasil x Japão?" - Todo mundo fala sobre estar no ritmo ideal, aquele estado de foco total, e sobre a sensação de que tudo acontece em câmera lenta. Monitorar essas ondas cerebrais podem ajudar a entrar nesse estado, para que estejamos prontos para as cobranças de pênalti - disse o zagueiro e capitão da seleção norte-americana Tim Ream, ao The Athletic, Treino da seleção dos Estados Unidos Reuters/David Gonzales Nos treinos com os equipamentos, os jogadores posicionam-se na marca do pênalti enquanto uma máquina, monitorada por um membro da comissão técnica, fica posicionada atrás deles. Os jogadores ouvem um sinal sonoro e, às vezes, há um alto-falante reproduzindo o som da torcida, para recriar a sensação do estádio. Outros recursos também são usados com o intuito de "desconcentrar" o batedor. Na coletiva de imprensa desta terça-feira, o técnico Maurício Pochettino reconheceu ser "impossível replicar o estresse emocional, a pressão e as expectativas de uma disputa de pênaltis real em uma Copa do Mundo", mas defendeu o uso do monitoramento cerebral nos treinamentos. - Você precisa estar totalmente concentrado naquele momento para finalizar. Quando tudo vira uma loucura, com público, barulho, gritos da torcida e o goleiro à sua frente, o segredo é manter o foco e encontrar aquele espaço seguro, aquele refúgio mental, mesmo em um momento tão tenso e angustiante - disse. Maurício Pochettino, técnico da seleção dos Estados Unidos REUTERS/Carlos Barria Desde que a tecnologia de monitoramento cerebral foi adotada pela comissão técnica, os Estados Unidos venceram na única disputa que participou sob o comando de Maurício Pochettino, nas quartas de final da Copa Ouro contra a Costa Rica, no ano passado.
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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