Notícias de Bastidores e Competições
O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.
Comentei neste domingo para o Sportv - ao lado de uma seleção feminina do jornalismo, Letícia Pinho, Rafaelle Seraphim e Estella Gomes - o jogão entre São Paulo e Taubaté pelo Paulistão feminino 2026. O jogo foi remarcado da segunda rodada e as meninas tricolores entraram no G2 com a vitória, de virada, por 2 a 1. Resultado importante porque a primeira fase é de tiro curto: 8 times, todos se enfrentam só em ida, os dois melhores passam direto à semifinal e do terceiro ao sexto rola um play off olímpico (em ida e volta) para fechar as semis. Eu costumo chamar o Paulistão de "Brasileiro pocket", porque nele estão quase todas as mais brilhantes equipes do país, que brigam de fato pelo título - no atual Brasileirão, o G4 está, pela ordem com as paulistas do Cortinthians, Palmeiras, São Paulo e Ferroviária. No domingão, o brilho maior em campo ficou para as artilheiras: Crivelari, com dois gols para o São Paulo, e Kakau, que abriu o placar para o Taubaté. Destaque na artilharia do Taubaté Feminino: conheça a atacante Kakau Enquanto o São Paulo faz um 2026 brilhante (no Brasileirão da Série A, tem 8 vitórias em 12 jogos e só duas derrotas - por "coincidência" para as paulistas do Corinthians e da Ferrinha), o Taubaté patina na Série A2, a Segundona. Mesmo assim, há um brilhante a ser lapidado no elenco. A atacante Kakau, 23 anos, lidera a artilharia com 8 gols, ao lado de Lourdes Gonzalez, do Vasco. Uma jogadora rápida, que não precisa de muito tempo e espaço para concluir, mas que dá a impressão de estar sempre um tantinho de nada acima do peso - talvez num clube com mais estrutura pudesse ajustar isso mais facilmente. E foi justamente ela quem abriu o placar neste duelo pelo Paulistão. Aos 6 minutos de jogo, Rafa Soares errou na saída de bola, Kakau antecipou, deu só um toquinho para ajustar o corpo e mandou uma sapatada cruzada que Carlinha nem viu por onde passou. O gol do Taubaté deixou a zaga do São Paulo insegura e pouco tempo depois, em novo vacilo do sistema defensivo, Kakau, de primeira e de canhota, mandou na trave. O Taubaté estava mais seguro, mas o São Paulo aos poucos foi se recompondo e passou a controlar o jogo - especialmente com a boa movimentação de Serrana e Aline - embora faltasse profundidade. No fim do primeiro tempo, as tricolores tiveram duas boas chances, uma delas praticamente sem goleira e em cima da linha, que Crivelari mandou pra fora. A estratégia das visitantes - jogar por uma bola para Kakau e sustentar a vantagem - começou a ruir porque o São Paulo empatou muito cedo.Aos 4 minutos, desta vez Crivelari conclui bem, após boa cobrança de escanteio por Bia Menezes. O técnico Arismar Júnior mudou o esquema, trocando o meio-campo do 4-1-2-3, para um 4-4-2 clássico para fechar os corredores de lado - um empate fora de casa não era um resultado ruim para o Taubaté.- além de colocar a rápida Bia para fazer companhia a Kakau. Mas o técnico tricolor, Thiago Viana respondeu logo: subiu a marcação e empurrou o Taubaté para trás, e com isso, Bia e Kakau tinham um verdadeiro latifúndio para correr com a bola, e logo não tinham mais pernas para isso. O time do Vale do Paraíba não conseguiu atacar mais. Na sequência, o São Paulo virou novamente com Crivelari. Aline fez um lançamento sensacional, botou a bola na cabeça da atacante. A experiente goleira Yolanda, 38 anos, saiu muito mal (não precisava sair) e a atacante do São Paulo só deu uma leve cabeçada para mandar a bola no canto, enquanto Yolanda corria para tentar consertar seu erro. Com 2 a 1 a favor, o Tricolor apenas controlou o restante da partida e garantiu mais três pontinhos no Paulistão. Um campeonato que é bem relevante na temporada tricolor, que já se esquecer como é ser campeão paulista feminino. Os dois únicos título do clube foram no século passado (1997 e 1999), e desde 2019 o Paulistão só fica com as rivais - quatro com o Corinthians, três com o Palmeiras. Nesse recorte curto, o São Paulo chegou a três finais e perdeu todas, para o Timão. Está mais do que na hora do que voltar aos trilhos que levam ao título estadual...
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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.
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