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Alonso critica F1 com menos potência que F2: “Não precisa de talento”

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Alonso critica F1 com menos potência que F2: “Não precisa de talento”

Notícias de Bastidores e Competições

O mundo dos esportes segue muito movimentado nas últimas horas, com novidades táticas, atualizações de tabelas e negociações de destaque movimentando o cenário esportivo brasileiro.

Rafael Lopes comenta tudo o que rolou no GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1 Um dos pilotos mais críticos ao atual regulamento da F1, Fernando Alonso voltou a se queixar dos carros de 2026. Após o GP da Grã-Bretanha, o bicampeão declarou que a potência volátil dos F1 faz com que os carros da categoria fiquem mais lentos que um Fórmula 2, e disse não ser mais necessário talento ou intervenções do piloto para ultrapassar. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Fernando Alonso no GP da Grã-Bretanha da F1 2026 Simon Galloway/LAT Images - Depende do que os fãs e o esporte querem. Eu vi os replays da corrida sprint, com pilotos ultrapassando no meio das retas por terem mais bateria. Não é preciso nenhuma intervenção do piloto nem talento para ultrapassar um carro à sua frente. Você não precisa frear melhor do que ninguém, não precisa ultrapassar pelo lado de fora, não precisa correr nenhum risco. Basta apertar um botão, e você ultrapassa se tiver uma unidade de potência melhor do que o carro à sua frente - disse o veterano. Essa não foi a primeira vez que o piloto da Aston Martin reclamou dos carros deste ano, na qual o gerenciamento e a recuperação da energia elétrica ganhou mais protagonismo. Durante os testes de pré-temporada, Alonso chegou a dizer que até o chef de cozinha da equipe poderia pilotar. No GP do Japão, terceira etapa de 2026, o espanhol voltou a se manifestar - também declarando que a habilidade do piloto ficou em segundo plano diante da necessidade de recarregar a bateria do carro para não ficar sem potência. Kimi Antonelli vence corrida sprint | Melhores momentos | GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1 Em 2026, as unidades de potência da F1 passaram a ter sua parte de sua energia gerada pelo motor elétrico, representando, 43% da força do carro, enquanto o motor a combustão é responsável por 47%. Como resultado, os pilotos tiveram que conciliar as disputas na pista com a preocupação em recuperar energia por meio de técnicas de direção, o que foi alvo de muitas críticas. "Mundial de baterias"? Entenda críticas dos pilotos e mudanças nas regras da F1 Diante da recepção negativa, a Federação Internacional do Automobilismo (FIA) anunciou várias mudanças no regulamento que entraram em vigência a partir do GP de Miami, em maio. Posteriormente, a entidade estabeleceu que até 2028, vai aumentar de forma gradativa a potência do motor a combustão. gif superclipping F1 Infoesporte No entanto, como apontado por Alonso, o problema voltou a se destacar no GP da Grã-Bretanha no último fim de semana. Vários pilotos expressaram preocupação no decorrer dos dias que antecederam a prova no Circuito de Silverstone: na corrida sprint de sábado, houve um número inflado de ultrapassagens e retaliações sucessivas em razão da súbita perda de energia dos motores. Alonso, que esteve entre os pilotos que fizeram o alerta para o problema em Silverstone, antecipa que o GP da Bélgica sofrerá com o mesmo na semana que vem: - Silverstone e Spa dependem muito da energia. Não dá para usar toda a potência nas retas. Na semana que vem vai ser a mesma coisa. Se você usar toda a potência em Spa da Curva 1 à 5, está perdido pelo resto da volta. Você precisa economizar um pouco para usar a potência da Curva 14 até a Chicane. Mas se você usar a potência nessas duas retas — o que é o uso ideal —, então há um minuto, no setor 2, sem nenhum aproveitamento. E sem nenhuma potência, não podemos esquecer que este ano temos significativamente menos potência do que no ano passado e menos potência do que na F2. Motor da F1 2026 Infoesporte A menção de Alonso à lacuna de potência em comparação com a F2 faz lembrar de outra crítica semelhante feita pelo bicampeão mundial há nove anos. Em 2015, quando corria pela McLaren com o mesmo motor Honda que hoje alimenta sua Aston Martin - e sofre dos mesmos problemas -, o espanhol estourou pelo rádio da equipe por causa da falta de potência da bateria e esbravejou: - Motor de GP2! Motor de GP2! A GP2 Series foi a última categoria de base antes da F1, hoje substituída pela Fórmula 2.

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Comissões técnicas e analistas esportivos começam a traçar as projeções para os próximos desafios nas tabelas dos campeonatos, onde cada ponto e movimentação de elenco pode ditar o rumo da temporada.

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Felipe Alencar

Colaborador editorial e correspondente jornalístico especializado no portal Manchete Brasil.

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