Panorama Econômico e Mercado
O mercado financeiro e os indicadores econômicos registram oscilações importantes que exigem a atenção de investidores e consumidores nas últimas horas.
Representação artística do centro de dados de IA planejado pela Meta - o primeiro da empresa no Canadá, a ser construído em Sturgeon County, Alberta Meta/Divulgação Nova York se tornou nesta terça-feira (14) o primeiro estado americano a suspender a construção de novos grandes data centers, em meio a preocupações sobre o impacto dessas estruturas no consumo de energia, no uso de água e nas comunidades locais. A medida ocorre enquanto empresas de tecnologia aceleram a construção de data centers para atender à demanda gerada pelo avanço da inteligência artificial. Esses centros abrigam milhares de computadores usados para armazenar dados e processar informações. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A suspensão, com validade de um ano, impede a aprovação de novas licenças ambientais para instalações com potência de 50 megawatts ou mais. Durante esse período, o governo de Nova York fará uma análise dos impactos ambientais e definirá novas regras para a instalação desses empreendimentos. Agora no g1 A pausa não afeta projetos que já tenham concluído todas as etapas de licenciamento. “À medida que o desenvolvimento de data centers ameaça aumentar as contas de energia, esgotar nossos recursos naturais e criar incertezas para os nova-iorquinos, é minha responsabilidade agir e liderar”, disse a governadora Kathy Hochul. Nova York tem atualmente mais de 130 data centers, segundo o Data Center Map. O número é menor do que o de estados como Virgínia, com mais de 600 unidades, e Texas, com cerca de 500. Empresas de tecnologia como Alphabet e Microsoft não comentaram a decisão. Meta, Amazon e Oracle não responderam aos pedidos de manifestação da Reuters. A operadora de data centers Digital Realty afirmou que a medida pode levar investimentos para outros estados. “Uma pausa de um ano não é a abordagem correta”, disse a empresa. O executivo-chefe da NTT Global Data Centers, Doug Adams, afirmou que o setor precisa explicar melhor os impactos dessas estruturas nas comunidades, como geração de empregos, investimentos e uso de recursos naturais. LEIA TAMBÉM: Por que estados americanos podem proibir a construção de data centers Meta amplia projeto de data center para IA nos EUA e eleva investimento para mais de US$ 50 bilhões Pressão sobre energia e infraestrutura O crescimento dos data centers nos Estados Unidos tem gerado preocupação porque essas instalações consomem grandes volumes de eletricidade. Em algumas regiões, moradores e autoridades temem que a expansão aumente o valor das contas de luz e pressione a rede elétrica. A Assembleia Legislativa de Nova York já aprovou um projeto para criar regras mais rígidas para data centers com potência acima de 20 megawatts, o que alcançaria ainda mais empreendimentos do que a suspensão anunciada nesta terça-feira. A proposta ainda não foi enviada para a sanção da governadora de Nova York. Uma pesquisa Reuters/Ipsos mostrou que apenas um em cada três americanos apoia o ritmo atual de construção de data centers. A maioria disse que seria contra a instalação de uma unidade em sua própria comunidade. Segundo dados do operador da rede elétrica de Nova York, havia em maio mais de 12 gigawatts em grandes pedidos de conexão à rede, incluindo data centers. Um gigawatt de energia é suficiente para abastecer cerca de 750 mil casas.
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Decisões do Banco Central e as políticas fiscais nacionais continuam pautando a rentabilidade de investimentos e o custo de crédito corporativo e pessoal no país.
Acompanhamos de perto os relatórios oficiais de mercado e manteremos esta seção atualizada com novas análises e relatórios consolidados.