Principais Fatos sob Análise
Um acontecimento de relevância nacional mobiliza as atenções públicas no país nas últimas horas. A nossa equipe de apuração de fatos levantou as principais frentes de informação para contextualizar a matéria.
Juliana Barbosa Cerqueira, de 44 anos, foi morta nesse domingo (5), em Cruzeiro do Sul, pelo ex-marido, Aldemir Abreu de Oliveira, de 46 anos Reprodução Juliana Barbosa Cerqueira, de 44 anos, assassinada a facadas pelo ex-marido na manhã desse domingo (5), no Ramal do Japãozinho, zona rural de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, estava em processo de separação e tinha uma medida protetiva contra Aldemir Abreu de Oliveira, de 46 anos, que tirou a própria vida após o crime. Conforme apurado pelo g1, Juliana decidiu encerrar o relacionamento após descobrir uma traição. Segundo o delegado Vinícius Almeida, responsável pelas investigações, testemunhas começaram a ser ouvidas nesta segunda-feira (6). Este é o primeiro feminicídio registrado em 2026. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo a Polícia Militar do Acre (PM-AC), familiares relataram que, mesmo após a separação, Aldemir permanecia com frequência nas proximidades da casa de Juliana. O casal tinha cinco filhas juntos e tiveram um relacionamento de cerca de 30 anos. Ainda de acordo com a PM, Aldemir costumava ficar em uma residência em frente ao imóvel e perguntava constantemente se Juliana estava em casa ou havia saído. Retrospectiva: As mulheres vítimas de feminicídio no Acre em 2025 LEIA MAIS: Pastor evangélico pega mais de 19 anos de prisão por tentar matar a esposa a facadas no Acre Acre tem maior taxa de feminicídios do país em 2025 Homem tenta atirar no rosto da ex-namorada e arma falha no Acre; veja VÍDEO O g1 também entrou em contato com os familiares de Juliana e Aldemir, que preferiram não se manifestar. Crime O crime ocorreu por volta das 11h. Quando os policiais chegaram ao endereço, encontraram familiares de Juliana na varanda da residência. Dentro do quarto, ela foi encontrada caída ao lado da cama, já sem vida, com ferimentos de golpes de faca no braço direito e na região do peito. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas apenas constatou a morte de Juliana. Ainda de acordo com a PM, enquanto a ocorrência era atendida, a equipe policial recebeu a informação de que Aldemir estava em uma casa nas proximidades da residência. No local, ele foi encontrado morto, enforcado com uma corda. A área foi isolada para o trabalho da perícia, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher: (68) 99609-3901 (68) 99611-3224 (68) 99610-4372 (68) 99614-2935 Veja outras formas de denunciar: Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). VÍDEOS: g1
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Especialistas e analistas de mercado apontam que eventos desta natureza demandam um acompanhamento contínuo dos setores envolvidos, cujos reflexos devem se estender pelas próximas semanas no cenário nacional.
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