Principais Fatos sob Análise
Um acontecimento de relevância nacional mobiliza as atenções públicas no país nas últimas horas. A nossa equipe de apuração de fatos levantou as principais frentes de informação para contextualizar a matéria.
Frio no Rio Grande do Sul Ronaldo Bernardi / Agencia RBS Os gaúchos devem preparar o guarda-chuva e o casaco: julho começa com mudança no padrão do tempo no Sul do Brasil. Sob influência do El Niño, o mês terá mais chuva, frio frequente e maior risco de temporais no Rio Grande do Sul. No estado, a combinação de alterações nos ventos em diferentes níveis da atmosfera, a passagem de frentes frias e a formação de ciclones extratropicais perto do litoral deve favorecer períodos mais longos de instabilidade. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em comparação com junho, a tendência é de mais dias chuvosos e maior probabilidade de tempestades. Já os intervalos de sol e tempo firme devem ser curtos ao longo do mês. Julho, tradicionalmente o período mais frio do ano no estado, também deve registrar a chegada de várias massas de ar frio, algumas de forte intensidade. Isso pode provocar episódios de queda acentuada de temperatura em diferentes momentos do mês. Julho será o mês mais frio do ano Na primeira quinzena, alguns episódios já têm tendência de ocorrer. Logo no início do mês, a partir de 1º de julho, uma frente fria acompanhada por ar polar pode derrubar as temperaturas no estado, com efeitos se estendendo até o dia 3. Mesmo com o núcleo mais intenso do frio passando por Argentina e Uruguai, o resfriamento será sentido no RS. Entre os dias 5 e 6, uma nova frente fria deve se organizar envolvendo áreas do estado, do Norte da Argentina e do Paraguai, com formação de um ciclone extratropical no oceano, entre o litoral gaúcho e uruguaio. Na sequência, entre 7 e 9 de julho, o avanço de ar polar de moderada a forte intensidade deve manter o frio. Outro sistema semelhante pode se formar entre 10 e 11 de julho, novamente associado a um ciclone extratropical no oceano. A partir do dia 12, uma massa de ar polar mais intensa começa a atuar, com alerta para possibilidade de precipitação invernal. As datas, no entanto, ainda podem sofrer alterações conforme a previsão se aproxima. Para o mês como um todo, a expectativa é de chuva acima da média em grande parte do estado, com volumes mais elevados no Noroeste gaúcho. Já nas regiões Sudoeste e Sul, os acumulados devem ficar dentro do padrão para o período. As temperaturas tendem a variar entre dentro e um pouco abaixo da média na maioria das áreas. A presença frequente de nuvens e de chuva deve influenciar a sensação térmica. As madrugadas, embora frias, tendem a ser menos geladas do que em junho, enquanto as tardes devem ser mais frias, úmidas e com sensação de frio mais persistente. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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Especialistas e analistas de mercado apontam que eventos desta natureza demandam um acompanhamento contínuo dos setores envolvidos, cujos reflexos devem se estender pelas próximas semanas no cenário nacional.
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