Principais Fatos sob Análise
Um acontecimento de relevância nacional mobiliza as atenções públicas no país nas últimas horas. A nossa equipe de apuração de fatos levantou as principais frentes de informação para contextualizar a matéria.
A letalidade da febre maculosa gira em torno de 80% no Espírito Santo. Reprodução/TV Gazeta A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) contabilizou neste ano 19 casos confirmados e 18 óbitos por febre maculosa, taxa de 94,4% de letalidade. Entre os casos confirmados, os locais prováveis de infecção foram identificados nas regiões dos Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Piracicaba, com três ocorrências; Campinas, com cinco; Sorocaba, com três; Santo André, com um; e São José dos Campos, com um. Para o restante dos casos, os locais prováveis de infecção seguem em investigação. Nesta terça-feira (21), a prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, divulgou que uma mulher de 43 anos morreu, em março, em decorrência da doença. Na época, ela deu entrada no hospital em estado grave, mas faleceu 24 horas depois. O caso reacendeu um alerta em relação à doença, que é transmitida por carrapatos. Em 2025, foram confirmados 61 casos no estado, com 44 mortes, o equivalente a 72% de letalidade. Segundo a pasta, a alta taxa de mortes se deve principalmente à demora dos pacientes em procurar ajuda nos hospitais e à confusão dos sintomas que pode ser feita pelos médicos por não saberem se o paciente esteve em uma área de mata. Quais os principais sintomas? A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforça que a febre maculosa é uma doença infecciosa e febril aguda causada pela bactéria Rickettsia, transmitida por carrapatos como o "carrapato-estrela", "carrapato de cavalo" ou "rodoleiro". Os principais sintomas da febre maculosa incluem: febre de início súbito; dor de cabeça, no corpo e nas articulações; fraqueza extrema, cansaço ou falta de energia; erupção cutânea que começa entre o 3º e 5º dia da doença, surgindo em punhos e tornozelos e se espalhando para todo o corpo, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Como prevenir? A prevenção é essencial e inclui evitar áreas infestadas por carrapatos, utilizar calças compridas e botas ao circular em regiões de risco e inspecionar a própria pele e a pele de animais de estimação regularmente para remover carrapatos imediatamente, sem esmagá-los com as unhas. Em caso de sintomas, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente e informar ao profissional de saúde sobre o contato ou permanência em áreas de risco. O início precoce do tratamento aumenta significativamente as chances de cura. *Com supervisão de Alexandre Bazzan
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Especialistas e analistas de mercado apontam que eventos desta natureza demandam um acompanhamento contínuo dos setores envolvidos, cujos reflexos devem se estender pelas próximas semanas no cenário nacional.
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