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Um acontecimento de relevância nacional mobiliza as atenções públicas no país nas últimas horas. A nossa equipe de apuração de fatos levantou as principais frentes de informação para contextualizar a matéria.
Bélgica elimina EUA após polêmica com expulsão revogada do atacante americano Balogun A Bélgica dominou e eliminou os Estados Unidos em campo. O jogo estava cercado de controvérsia depois que Donald Trump pediu ao presidente da Fifa a revisão do cartão vermelho aplicado a um jogador americano. A Copa do Mundo e a capacidade de surpreender o mundo. Quem diria que a Bélgica, de campanha irregular na primeira fase, de uma geração já desacreditada, aplicaria uma goleada na embalada seleção da casa? 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Antes dos dez minutos de jogo, os belgas já venciam com um gol de De Ketelaere. Tillman ainda empatou. Mas a vitória veio com De Ketelaere de novo e duas falhas da defesa americana - Vanaken e o artilheiro Romelu Lukaku: 4 a 1. A derrota dos anfitriões, naturalmente, repercutiu nos Estados Unidos e na imprensa internacional. Depois de uma polêmica envolvendo a Fifa e o presidente americano, Donald Trump não escapou das ironias pelo resultado da partida. Ainda no vestiário, os jogadores belgas dançaram ao som da música que embalou as campanhas eleitorais de Trump. A mídia da Espanha, próxima adversária da Bélgica, citou diretamente o presidente dos Estados Unidos: "Nem Trump pôde evitar”; "Trump não consegue o que queria”. Referências ao caso Balogun. É que o atacante americano foi expulso pelo árbitro brasileiro Rafael Claus no jogo contra a Bósnia pela fase anterior, mas teve a punição automática suspensa pela Fifa. Donald Trump chegou a ligar para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para reclamar do cartão vermelho. Bélgica goleia EUA depois da revisão polêmica de cartão vermelho para jogador americano Jornal Nacional/ Reprodução O comitê disciplinar da entidade deu condição de jogo novamente a Balogun, mas negou qualquer interferência externa nessa decisão. Depois de revogado o cartão, Trump agradeceu à Fifa e disse que uma injustiça havia sido corrigida. Dirigentes da Bélgica apelaram, mas a Fifa não reviu a decisão. Depois do jogo, a federação belga provocou: "Revertam isso". O técnico dos Estados Unidos, o argentino Mauricio Pochettino, disse ter se sentido decepcionado com as pessoas que misturaram o esporte com política e falaram de manipulação; que a decisão da Fifa precisava ser respeitada e que nada disso influenciou no resultado do jogo. Rudi Garcia, treinador da Bélgica, disse que o grupo é maduro e não se deixou influenciar pela polêmica. Para os torcedores americanos ficou a decepção pela goleada: "Eles não jogaram, não tiveram coração”, diz um torcedor. "Apenas esta não foi a nossa noite, este não é nosso esporte", desabafou outro torcedor. Com a eliminação, todos os países-sede, agora, estão fora da Copa. Estados Unidos, Canadá e México se despediram, juntos, nas oitavas de final do Mundial que organizaram em conjunto. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Messi se torna o maior artilheiro da história das Copas Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a fazer gols em 6 edições de Copa do Mundo Gigantes no gol: altura dos goleiros bate recorde e muda a Copa de 2026 Casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo fica no coração da ilha de Manhattan, em Nova York
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Especialistas e analistas de mercado apontam que eventos desta natureza demandam um acompanhamento contínuo dos setores envolvidos, cujos reflexos devem se estender pelas próximas semanas no cenário nacional.
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